Devemos conhecer a nossa verdade enterrada para podermos viver as nossas vidas
Dori Laub, psicanalista romeno
citado por Márcio Seligmann-Silva, "Literatura e trauma: um novo paradigma", em O Local da Diferença (Ed. 34)
sábado, abril 08, 2006
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3 comentários:
difícil é saber onde cavar o buraco. e as pás que às vezes quebram os cabos.
a frase é mesmo forte.
(2x gracccccciiiiiiinha!)
prefiro deixá-las ali, a sete palmos. (se é que estão tão fundas)
Oi!!!
Algumas vezes cavamos com as unhas a procura de nossas verdades, cavamos tanto que não há mais dedos, apenas dor. E em quase todas as vezes não logramos encontrá-las, e mesmo que as encontrasse, estaríamos tão fundo que não poderíamos voltar a viver nossas vidas.
Algumas mentiras acalentam a vida.
Sidnei
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